Dicas para Pagar Menos na Declaração do Imposto de Renda

Ufaa! Acho que estou conseguindo organizar a minha vida aos poucos, apesar de ainda um pouco corrida.
Infelizmente, meu problema com a João Fortes continua. Preciso desabafar que estou no aguardo de uma posição deles para mais de 40 dias e nada de respostas. 😦

Maaaas como apesar de todos os problemas a vida continua – e ainda bem -, eis que está chegando a data limite para declaração do imposto de renda e com ele uma possível restituição ooou o tão temido pagamento de ajuste.

A minha missão hoje é trazer algumas “dicas” para declarar os seus rendimentos da melhor maneira possível, dentro da lei, é claro.

restituição

  • Não faça a sua declaração em comunhão com o seu conjugue. O que eu quero dizer com isso? Se você e o seu conjugue tiverem que fazer a declaração com suas receitas, que façam, cada um, uma declaração em separado. Digo isso, porque quando fazem uma declaração em conjunto, a receita tributável vai ser a soma das receitas dos dois e isso pode provocar que vocês pulem para uma faixa maior de tributação do IR.
    OBS.: Esse caso da declaração em conjunto só vai ter vantagem caso um dos cônjuges tenha pouca ou nenhum renda.
  • Ainda falando da declaração em casal, se vocês tiverem receitas de bens em comum, o valor pode ser divido entre vocês. Exemplo: vocês recebem 4.000,00 de aluguel. Nesse caso, é possível declarar R$2.000,00 para cada um, lembrando que só é possível declarar 50% ou 100% da receita do bem.. Isso também vale para o caso de dependentes, ou seja, caso tenham 2 filhos, é possível declarar um filho como dependente em cada declaração.
  • Investir em Previdência Privada: o contribuinte que faz a sua declaração pelo modelo completo, tem a possibilidade de reduzir até 12% da  renda bruta anual contribuindo em previdência na modalidade PGBL.  Vale lembrar que essa vantagem só pode ser adquirida por quem tem rendimentos do trabalho ou aposentadoria, isto é, quem vive de pensão, aluguel ou algo do gênero, não pode fazer uso dessa vantagem. Infelizmente, essa dica só serve para quem contribuiu em até 30 de dezembro 2014. Sendo assim, iniciando uma previdência neste momento, ela só valerá para o ano de 2015, declarado em 2016.
  • Acrescente gastos com obra ao valor do imóvel. O ganho com a venda de um imóvel é calculado pela diferença no valor de compra para o valor de venda e tributado pela alíquota de 15%, sendo assim, quanto menor a diferença entre o valor de compra e o de venda, menor será o imposto. Porém, a Receita não permite a atualização do valor de compra, justamente para forçar a tributação. Com isso, para tentar diminuir esse espaço, é possível incluir ao valor de compra gastos com benfeitorias no imóvel, mesmo com obras pequenas ou reparos do tipo pintura. * Lembrando que todas as despesas devem ser devidamente comprovadas com a nota fiscal ou recibos.
    Obs.: Caso você tenha feito uma obra no imóvel em outros anos e só descobriu isso agora, lembre-se que poderá retificar essas declarações alterando o valor do imóvel desde esses anos até agora.
  • Abater despesas domésticas se você for freelancer e trabalhar em casa. Isto é, se você for autônomo e trabalhar em casa, tem o direito de deduzir um quinto de todos os gastos com a manutenção da residência, incluindo as taxas de condomínio e IPTU.
  • Fazer declaração separada para os seus filhos, caso recebam pensão. Isso mesmo, pois o valor da pensão entra no somatório como se fizesse parte do salário da mãe. Então, suponhamos que o pai pague R$ 1.500,00 de pensão para cada filho,só aí já teria um rendimento de R$ 36.000,00 sujeitos a alíquota de 15%. No entanto, se fosse declarado R$ 1.500,00 por mês para cada filho, teria um rendimento anual de R$ 18.000,00 que neste caso é isento.
Fonte: Exame.com; Icatu Seguros, Arena do Pavini e Infomoney. 

Espero ter ajudado de alguma forma e qualquer dúvida, é só falar. 😉

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2 comentários sobre “Dicas para Pagar Menos na Declaração do Imposto de Renda

    • Olá, Jessica!! Tenho uma listinha da coluna de economia da uol muito boa, que abrange todos os tipos de dependente, vou deixar aqui em baixo para você.

      – Filho (a) ou enteado (a), até 21 anos de idade;
      – Filho (a) ou enteado (a), em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;
      – Filho (a) ou enteado (a) universitário ou cursando escola técnica de segundo grau, até 24 anos;
      – Irmão (ã), neto (a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem você detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;
      – Irmão (ã), neto (a) ou bisneto (a), sem arrimo dos pais, com idade de 21 anos até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que você, contribuinte, tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos;
      – Menor pobre até 21 anos que você, contribuinte, crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;
      – Pessoa absolutamente incapaz, da qual você seja tutor ou curador.
      – No caso de pais separados, é considerado dependente o filho que fica com o pai ou a mãe, em decorrência de cumprimento judicial.
      – Companheiro (a) com quem você tenha filho em comum;
      – Companheiro (a) com quem você viva há mais de cinco anos;
      – Cônjuge;
      – Pais, avós e bisavós que, em 2014, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 21.453,24.

      *** Um alerta: um casal que declara seus rendimentos em conjunto pode incluir o sogro e a sogra como dependentes. Como os pais são legalmente considerados dependentes dos filhos e a declaração será realizada com base nos rendimentos do casal, os pais de ambas as partes podem entrar na declaração.

      O limite para deduções por dependente, no IR 2015, é de R$ 2.156,52.

      Espero ter te ajudado. Qualquer coisa, só falar.
      Beeijos!

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