Dicas para Pagar Menos na Declaração do Imposto de Renda

Ufaa! Acho que estou conseguindo organizar a minha vida aos poucos, apesar de ainda um pouco corrida.
Infelizmente, meu problema com a João Fortes continua. Preciso desabafar que estou no aguardo de uma posição deles para mais de 40 dias e nada de respostas. 😦

Maaaas como apesar de todos os problemas a vida continua – e ainda bem -, eis que está chegando a data limite para declaração do imposto de renda e com ele uma possível restituição ooou o tão temido pagamento de ajuste.

A minha missão hoje é trazer algumas “dicas” para declarar os seus rendimentos da melhor maneira possível, dentro da lei, é claro. Continuar lendo

Cobrança da taxa condominial antes da entrega das chaves

A Construtora que está fazendo o meu apartamento permite que seja feito um acompanhamento da obra pelo site e eu não sei se isso é bom ou ruim, só sei que não passo um só dia sem entrar no site em busca de novidades e fico p@#$ da vida quando eles não atualizam, pois, na teoria, eles atualizariam uma vez por mês, mas até hoje, 26 de agosto, eles não atualizaram o desse mês. :((( Dá vontade de ligar para lá e perguntar se estão precisando de ajuda para fotografar.

Na verdade, o que me fez vir aqui hoje é a preocupação se a construtora vai entregar ou não o meu apartamento no prazo determinado. Já vi muita gente reclamando que teve que pagar condomínio mesmo sem estar morando, pois como eram duas ou mais torres e eles, às vezes, entregam uma torre por vez e o condomínio já estava “funcionando” para aqueles que foram contemplados primeiro.

Após ouvir isso, fiquei com um pé atrás, pois não faz sentido pagar por uma coisa que não estou fazendo uso, não é mesmo? Sabe o que é pior? É que eu fui pesquisar e comprovei que muita gente já passou por isso. :O

É comum no mercado imobiliário que a construtora transfira para o comprador do imóvel a taxa de condomínio a partir da emissão do habite-se (documento emitido pelas prefeituras atestando a legalidade do prédio ou da casa). O problema é que esse documento nem sempre é sinônimo de entrega imediata do imóvel.

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Desconto no registro do primeiro imóvel

Dando continuidade à minha saga de despesas pós-entrega das chaves (que ainda nem aconteceu), hoje trouxe o já, talvez, conhecido Registro do Imóvel. Sim, é uma assunto chatinho e burocrático, mas não temos como fugir disso, não é!?

Apesar de ser um benefício antigo, desde de 1973, nem todo mundo sabe que se o imóvel em questão for o seu primeiro, é dado um desconto de 50% em cima do valor das custas para registro e escritura junto ao cartório, desde que o valor do imóvel não ultrapasse R$ 500.000,00. É preciso apenas que o imóvel seja financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e que seja a primeira aquisição. Se a compra for pelo programa Minha Casa Minha Vida, o desconto pode ser ainda

Mas é preciso deixar claro que dificilmente o cartório vai chegar e te avisar que você tem direito ao desconto. No caso, você tem que solicitar ao mesmo e de acordo com o que eu li, uma vez efetuado o valor integral não é possível solicitar o reembolso. 

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ITBI – Mais uma despesa para lista

Quanto mais eu procuro saber sobre as coisas que preciso/precisarei pagar sobre o apartamento, menos eu penso em procurar. Sei que por um lado é bom, porque eu já vou poder ir me precavendo e tentando planejar saídas para ter esse tanto de dinheiro, mas por outro lado, eu vou ficando muito assustada, com medo de não conseguir dar conta de tanta despesa.

No post anterior, falei sobre o INCC, e o quanto ele afeta na compra do apartamento na Planta. Pois bem, posso dizer que estou sofrendo esses ajustes na pele, como a gente não conseguiu antecipar boa parte das parcelas para antes do reajuste do pico anual do INCC, já sabem, né? Ocasionou um aumento na dívida.

Enfim, hoje não vim falar sobre o INCC e sim sobre as outras despesas que são custeados pelo comprador.

– O ITBI – Imposto sobre a Transferência de Bens Móveis, ele é um imposto municipal (por isso, o que eu falar aqui pode variar de Município para Município) devido pelo comprador do imóvel e a sua alíquota varia de acordo com o município, aqui no Rio de Janeiro ele  fica pela casa dos 2% sobre o Valor de Venda ou Valor Venal do imóvel (valor corrente de mercado), o que for maior. Quem for do Rio de Janeiro e quiser fazer uma simulação para saber o valor a ser pago referente ao IBTI, é só clicar aqui (você vai precisar da numeração do IPTU para fazer a simulação) O grande problema não é só o imposto em si e sim o valor arbitrado pela prefeitura, que muitas das vezes pode superar em até 50% do preço da venda. Quem achar abusivo o valor, pode abrir um processo, mas, segundo pesquisas, só 2,1% das pessoas pedem revisão e isso se dá pois a maioria compra o imóvel por meio de financiamento e para dar início à abertura de crédito é necessário a guia de pagamento do imposto paga, ou seja, para não prejudicar o financiamento, as pessoas acabam pagando, mesmo que com muito sacrifício.

Pois é, este imposto está pronto para te deixar de cabelo em pé e bolsos vazios 😦 Vou dar um exemplo rápido de como funciona: Você comprou o apartamento por R$ 200.000,00 ( na cabeça de muitos, o ITBI deveria incidir sobre esse valor e a guia de pagamento seria de R$ 4.000,00 ). No entanto, o valor atribuído pela prefeitura é de R$ 300.000,00. Sendo assim, como o valor maior é o indicado pela prefeitura, você vai pagar o ITBI sobre ele, ou seja, 2% sobre os R$ 300.000,00 que resulta R$ 6.000,00. Portanto, você pagará R$2.000,00 a mais. Lembrando que: não estou dizendo que esse valor que foi atribuído pela prefeitura é abusivo ou não, apenas que pode acontecer de você pagar um imposto que tem outro valor como base. Continuar lendo

INCC – O Monstro da Construção Civil?

Mensalmente recebo o boleto de pagamento da construtora referente ao imóvel da planta, pois enquanto eu não pego as chaves, o meu relacionamento é direto com a construtora. Ao receber os boletos, percebi que ele tinha o seu valor alterado todo mês. Com isso, fui correr atrás para saber um pouco mais sobre o que afetava essas alterações e se realmente é justo as construtoras cobrarem.

Pra início de conversa, é preciso saber o que é o INCC e no que ele afeta na compra do apartamento na planta.

Índice Nacional de Custo da Construção. Esse índice foi estabelecido pelo Governo para que os custos da construção acompanhe a inflação e engloba tanto a mão-de-obra quanto a variação no preço dos materiais. Ele foi criado após diversas quebras  financeiras das construtoras e promessas não cumpridas sobre as entregas do apartamento. Tendo isso em vista, o Governo passou a ser mais rígido e aplicar algumas penalidades nas construtoras e suas promessas e ao mesmo tempo estabeleceu o INCC, que serviu para assegurar as construtoras quanto à inflação. Resumindo: o INCC garante o poder de compra do seu dinheiro nas mãos das construtoras com o decorrer dos anos.

É preciso saber, também, que o INCC não afeta só o valor mensal das parcelas. Ele afeta as intermediárias, balões, entrega das chaves e o restante a ser financiado. :O

Tudo estaria OK se a renda da família conseguisse acompanhar proporcionalmente esse índice, mas infelizmente isso não acontece, até porque, tem períodos que ele sobe muito. É possível ver alguns casos em que a dívida atualizada pelo INCC conseguiu superar o valor atual do imóvel.

Por isso, quando formos fazer o planejamento financeiro acerca da compra do imóvel, é preciso levar em consideração esse índice. O problema é que muitas das vezes, quando vamos fechar o negócio, não temos conhecimento sobre o assunto e o vendedor dificilmente vai maximizar o riscos falando sobre ele.

Pra quem quiser saber como calcular o a prestação após a correção do INCC, segue o cálculo: Continuar lendo

Financiamento ou Consórcio: O que escolher?

Junto com a decisão de comprar uma casa nova, vem um monte de dúvida sobre qual é a melhor opção. A melhor opção é comprar à vista, é claro, pois você pode conseguir descontos interessantes. Mas a verdade é, não é todo mundo que possui esse valor disponível a qualquer momento.

Sendo assim, é preciso pensar bastante antes de optar pelo melhor método. Hoje trouxe duas formas para comprar um imóvel: Financiamento e consórcio, e vou falar a diferença entre eles para que possam escolher a melhor maneira de começar essa nova etapa.

Vou começar pelo consórcio, que é o mais simples. Ocorre da mesma forma que um consórcio de veiculo. Uma administradora, a partir do número de interessados em comprar um imóvel de um determinado valor, monta os grupos e distribui as cotas. Sendo assim, cada consorciado paga um valor mensal referente à essas cotas. No decorrer do consórcio, o cliente pode ser contemplado com a carta de crédito do imóvel todo mês, por meio de sorteio ou lance. O consórcio é como se fosse uma poupança forçada. Se você é um tipo de pessoa que não tem muita disciplina pra guardar/investir seu dinheiro, essa é uma boa saída, já que você tem que pagar aquela taxa mensal e não tem a liquidez de uma aplicação financeira. O bom de optar pelo consórcio é que não tem taxa de juros, tem uma taxa que paga pela administração; o valor da carta de crédito acompanha o reajuste das parcelas (INCC), mantendo, assim, o seu poder de compra; Ao ser contemplado, você pode usar essa carta de crédito para comprar qualquer imóvel, novo ou usado, em território nacional.

Maaaaaas, o consórcio também possui muuitas desvantagens, tais como: é preciso ter paciência, se você tiver dinheiro pra dar o lance (que pode variar de consórcio pra consórcio), vai ter que contar com a sua sorte para ser contemplado no sorteio, que pode ser no primeiro mês ou só no fim do consórcio. Como eu falei acima, o consórcio é mantido pelas parcelas mensais pagas pelos consorciados. Você deve estar se perguntando, e se algumas pessoas não conseguirem pagar as parcelas no decorrer do período? Sim, isso pode acontecer e acontece. Os consórcios possuem um fundo de reserva para cobrir as possíveis inadimplências. No entanto, esse fundo atende à um percentual de inadimplentes, se o número de inadimplentes ultrapassar o da reserva, provavelmente terá uma Assembleia com os consorciados para definir o que será feito. E na pior das hipóteses, o consórcio pode falir. Continuar lendo

Portabilidade de Crédito

Queria que chegasse logo a parte boa, a parte que eu começo a decorar o apê, comprar os eletrodomésticos e tudo o que precisa. Mas infelizmente, ou, felizmente, o apartamento só vai ficar pronto em junho do ano que vem. Coloquei felizmente, porque eu não tenho o dinheiro agora pra pegar as chaves. hahaha

Como o meu apartamento está na planta, nesse primeiro momento eu pago diretamente pra construtora e só quando eles me entregarem a chave é que eu vou começar o financiamento. aí é que o bicho pega

Com isso, eu já to buscando o melhor tipo de financiamento e o melhor banco. Nessas minhas andanças, me interessei por um assunto, não muito divulgado pelos banco: Portabilidade de Crédito.

A portabilidade de crédito nada mais é do que a possibilidade de trocar a sua dívida do seu atual banco para outro que esteja oferecendo melhores condições naquele período.

O que é preciso pra realizar essa portabilidade? Primeiro você tem que pesquisar qual o banco está com a melhor taxa. Feito isso, peça ao banco o total do saldo da sua dívida e leve ao novo banco, com a taxa inferior, para fazer uma simulação. Solicite também todos os custos que serão incorridos nessa portabilidade.

Com esses valores em mãos, comece a fazer as comparações pra se certificar se realmente vai ser benéfico. Ah, e não deixe de conversar com o gerente do banco em que você possui a dívida, pra tentar uma redução de taxa.

Alerta: A quitação de sua dívida com o banco do qual pretende transferir sua dívida deve ser feita pelo banco para onde você a está levando, e não por você.

Algumas coisas que é preciso saber: Continuar lendo