Financiamento: SAC X PRICE, Qual a diferença?

Comecei a  consultar os melhores bancos para tomar crédito imobiliário. Essa é uma etapa muito importante no financiamento, pois a partir dessa decisão, você vai comprometer boa parte da sua renda por longos anos. É preciso tomar muito cuidado na hora de escolher o melhor banco para esse momento, se é que existe, né?

Temos meio que claro na nossa cabeça que a Caixa é o melhor lugar, e sim, eles possuem uma taxa de juros bem menor, mas, no nosso caso, a CEF não consegue nos atender, pois de acordo com o total da nossa renda, não seria possível financiar todo o apartamento. Mas isso é papo para outro dia, pois ainda não defini qual será o banco, estou fazendo diversas simulações e quando estiver com um material comparativo razoável, compartilho com vocês.

Sabemos que qualquer ramo possui os seus termos técnicos e no Mercado Financeiro não seria diferente. Quando estamos em busca do crédito imobiliário, nos deparamos com diversos desses termos. Um deles é o Sistema de Amortização. Resumidamente posso falar que é a definição de como será feito o pagamento desse empréstimo e juros.

Atualmente, os mais usados são a Tabela Price, que pode ser definida como pagamento de prestações fixas, e o Sistema de Amortização Constante (SAC), que nada mais é do que prestações decrescentes. Continuar lendo

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Financiamento ou Consórcio: O que escolher?

Junto com a decisão de comprar uma casa nova, vem um monte de dúvida sobre qual é a melhor opção. A melhor opção é comprar à vista, é claro, pois você pode conseguir descontos interessantes. Mas a verdade é, não é todo mundo que possui esse valor disponível a qualquer momento.

Sendo assim, é preciso pensar bastante antes de optar pelo melhor método. Hoje trouxe duas formas para comprar um imóvel: Financiamento e consórcio, e vou falar a diferença entre eles para que possam escolher a melhor maneira de começar essa nova etapa.

Vou começar pelo consórcio, que é o mais simples. Ocorre da mesma forma que um consórcio de veiculo. Uma administradora, a partir do número de interessados em comprar um imóvel de um determinado valor, monta os grupos e distribui as cotas. Sendo assim, cada consorciado paga um valor mensal referente à essas cotas. No decorrer do consórcio, o cliente pode ser contemplado com a carta de crédito do imóvel todo mês, por meio de sorteio ou lance. O consórcio é como se fosse uma poupança forçada. Se você é um tipo de pessoa que não tem muita disciplina pra guardar/investir seu dinheiro, essa é uma boa saída, já que você tem que pagar aquela taxa mensal e não tem a liquidez de uma aplicação financeira. O bom de optar pelo consórcio é que não tem taxa de juros, tem uma taxa que paga pela administração; o valor da carta de crédito acompanha o reajuste das parcelas (INCC), mantendo, assim, o seu poder de compra; Ao ser contemplado, você pode usar essa carta de crédito para comprar qualquer imóvel, novo ou usado, em território nacional.

Maaaaaas, o consórcio também possui muuitas desvantagens, tais como: é preciso ter paciência, se você tiver dinheiro pra dar o lance (que pode variar de consórcio pra consórcio), vai ter que contar com a sua sorte para ser contemplado no sorteio, que pode ser no primeiro mês ou só no fim do consórcio. Como eu falei acima, o consórcio é mantido pelas parcelas mensais pagas pelos consorciados. Você deve estar se perguntando, e se algumas pessoas não conseguirem pagar as parcelas no decorrer do período? Sim, isso pode acontecer e acontece. Os consórcios possuem um fundo de reserva para cobrir as possíveis inadimplências. No entanto, esse fundo atende à um percentual de inadimplentes, se o número de inadimplentes ultrapassar o da reserva, provavelmente terá uma Assembleia com os consorciados para definir o que será feito. E na pior das hipóteses, o consórcio pode falir. Continuar lendo

Portabilidade de Crédito

Queria que chegasse logo a parte boa, a parte que eu começo a decorar o apê, comprar os eletrodomésticos e tudo o que precisa. Mas infelizmente, ou, felizmente, o apartamento só vai ficar pronto em junho do ano que vem. Coloquei felizmente, porque eu não tenho o dinheiro agora pra pegar as chaves. hahaha

Como o meu apartamento está na planta, nesse primeiro momento eu pago diretamente pra construtora e só quando eles me entregarem a chave é que eu vou começar o financiamento. aí é que o bicho pega

Com isso, eu já to buscando o melhor tipo de financiamento e o melhor banco. Nessas minhas andanças, me interessei por um assunto, não muito divulgado pelos banco: Portabilidade de Crédito.

A portabilidade de crédito nada mais é do que a possibilidade de trocar a sua dívida do seu atual banco para outro que esteja oferecendo melhores condições naquele período.

O que é preciso pra realizar essa portabilidade? Primeiro você tem que pesquisar qual o banco está com a melhor taxa. Feito isso, peça ao banco o total do saldo da sua dívida e leve ao novo banco, com a taxa inferior, para fazer uma simulação. Solicite também todos os custos que serão incorridos nessa portabilidade.

Com esses valores em mãos, comece a fazer as comparações pra se certificar se realmente vai ser benéfico. Ah, e não deixe de conversar com o gerente do banco em que você possui a dívida, pra tentar uma redução de taxa.

Alerta: A quitação de sua dívida com o banco do qual pretende transferir sua dívida deve ser feita pelo banco para onde você a está levando, e não por você.

Algumas coisas que é preciso saber: Continuar lendo

Minha Casa Minha Vida – Vantagens e Desvantagens

Antes da gente decidir em investir no nosso imóvel, passamos longas noites procurando a melhor maneira e o melhor imóvel que poderíamos comprar e uma delas foi participar do programa Minha Casa Minha Vida.

Pois bem, hoje eu vim falar um pouco melhor sobre ele, mostrando suas vantagens e desvantagens.

Primeiramente, precisamos saber do que se trata o mesmo. Resumidamente, podemos defini-lo como uma parceria entre o Governo e o Estado para beneficiar as famílias brasileiras, em especial para as famílias que possuem um valor mensal bruto inferior a R$ 5.000,00 e se a renda for inferior ao valor de R$ 3.200,00, é ainda melhor, pois sofrem redução no valor dos seguros e subsídios.

Entende-se por subsidio a parcela “paga” pelo Governo. Coloquei o paga entre aspas, pois esse dinheiro é devolvido posteriormente com os juros do financiamento.

Esse programa tem como foco dois tipos de compradores:

– O primeiro, que tem um renda mensal de até R$ 1.395,00 (não sei se o teto continua nesse valor). Para esse tipo de comprador, o programa é um pouco mais eficiente, por não precisar dar nenhum valor de entrada, a parcela é de até 10% do salário.

– Para quem ganha entre R$ 1.95,00 e R$ 4.900, não tem tanta facilidade, mas ainda assim é interessante, por ter um taxa de juros um pouco menor e o financiamento se dá até 30 anos.

Mas nem tudo são flores, é preciso estar atento antes de aderir ao programa: porque além de entregar os imóveis com qualidade duvidosa, algumas construtoras vendem as casas\apartamentos em lugares sem infraestrutura nenhuma, ou seja, leia atentamente o contrato, verifique o lugar e pesquise outras construções dessa empresa. Continuar lendo

Começou, agora já era!

Geralmente as pessoas planejam, ou pelo menos tentam planejar, suas vidas, mas com a gente as coisas meio que foram acontecendo…Quando vimos, já estávamos tão juntos, mas não éramos namorados e por livre e espontânea pressão do destino, oficializamos nosso namoro.

Toda essa aproximação se deu por parte da distância das nossas casas. Contraditório, não?! Era pra ser um namoro à distancia, são duas cidades diferentes, né!? Mas não, isso acabou resultando em uma vontade de ficar todo dia junto, seja por realmente querer uma pessoa ao seu lado ou simplesmente pra não fazer o percurso tão longo faculdadeXcasa sozinho. 😛 É sério, muitas vezes usávamos, ou pelo menos eu usava, essa desculpa para dormir na casa dele.

Pois bem, conforme o tempo passa, a vontade de ter a sua própria casa aparece junto com uma marquinha ou outra de expressão, e com a gente não foi diferente. Dessa vez, até que teve um mínimo planejamento possível, até porque não dá pra decidir de uma hora pra outra que você vai comprar uma casa. Apesar de já ter ouvido falarem que o boom imobiliário passou e os preços estão desacelerando, ainda não vi essa teoria refletir nos imóveis aqui do Rio de Janeiro. 😦

Na verdade, a vontade de sair da casa dos pais partiu do Yuri, até porque, ele já tinha “saído” de casa uma vez, para morar mais perto da faculdade, mas teve que voltar, quando o contrato acabou. Até então, ele estava procurando um apartamento pra comprar sozinho e várias vezes ficamos surpreendido, pois tínhamos que escolher entre um apartamento bom ou um lugar bom. Os dois, com o nosso salário, seria impossível – falei nosso, porque apesar dele querer pagar o apartamento, eu entraria pra compor a renda.

Depois de vááárias tentativas frustradas, eis que o destino dá uma dentro. Ainda não comentei sobre isso, mas o pai do Yuri tinha começado a investir em um apartamento na planta, até o convidou para fazer parte, mas na época, o Yu não tinha condições de arcar com mais essa despesa. O pai dele meio que ficou desmotivado por ter entrado nessa empreitada meio que sozinho e acabou por deixar o apartamento de lado, apesar de já ter pago algumas prestações. Continuar lendo